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A antiga vila de Santo António de Arenialla, construída
por pescadores às margens do rio Guadiana, foi destruída
por uma violenta tempestade. Com a mesma
determinação demonstrada na reconstrução de
Lisboa após o terremoto de 1755, Marquês de Pombal decidiu
reconstruir uma nova Santo António a partir das ruínas
antigas.
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Quase um século depois do antigo
povoado ter sido destruído, Vila Real de Santo António foi
construída. As edificações foram construídas em apenas 5
meses obedecendo a um plano urbanístico minucioso que
contempla os edifícios da Câmara e da alfândega os quartéis
e a Igreja.
A presença de sardinhas e de atum nas
águas do litoral algarvio transformaram a cidade num
importante centro conserveiro, enquanto o seu porto era
demandado pelos barcos que subiam o Guadiana para carregar o
minério extraído nas minas de São Domingos.
A cidade inovou em 1886, foi a
primeira localidade do Algarve a ter iluminação a gás.
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